sábado, 7 de agosto de 2010

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sábado, 31 de julho de 2010

Muito além do Cidadao Kane



Beyond Citizen Kane (no Brasil Muito Além do Cidadão Kane) é um documentário televisivo britânico de Simon Hartog exibido em 1993 pelo Channel 4,[1] uma rede televisiva pública do Reino Unido. Mostra as relações entre a mídia e o poder do Brasil[2] .[3] Embora o documentário ter sido censurado pela justiça, a Rede Record comprou os direitos de transmissão exclusiva, por 20 mil dólares do produtor John Ellis.[2]
A obra detalha a posição dominante da Rede Globo na sociedade brasileira, debatendo a influência do grupo, seu poder e suas relações políticas, que os autores do documentário vêem como manipuladoras e formadora de opinião.[3] O ex-presidente e fundador da Globo Roberto Marinho foi o principal alvo das críticas do documentário, sendo comparado a Charles Foster Kane, personagem criado em 1941 por Orson Welles para Cidadão Kane, um drama de ficção baseado na trajetória de William Randolph Hearst, magnata da comunicação nos Estados Unidos da América. Segundo o documentário, a Globo empregaria a mesma manipulação grosseira de notícias para influenciar a opinião pública como fazia Kane no filme.[3]
De acordo com matéria veiculada na Folha Online em 28 de agosto de 2009, a produtora que montou a filmagem é independente e a BBC não tem relação com seu desenvolvimento. Já a Record sustenta que a BBC está relacionada com sua produção[2] .
O documentário acompanha o envolvimento e o apoio da Globo à ditadura militar brasileira, sua parceria com o grupo americano Time Warner (naquela época, Time-Life), algumas práticas vistas como manipulação feitas pela emissora de Marinho (incluindo um suposto auxílio dado a uma tentativa de fraude nas eleições fluminenses de 1982 para impedir a vitória de Leonel Brizola, a cobertura tendenciosa do movimento das Diretas-Já, em 1984, quando a emissora noticiou um importante comício como um evento de comemoração ao aniversário de São Paulo, e a edição, para o Jornal Nacional, do debate do segundo turno das eleições presidenciais brasileiras de 1989, de modo a favorecer o candidato Fernando Collor de Mello frente a Luís Inácio Lula da Silva), além de uma controversa negociação envolvendo ações da NEC Corporation e contratos governamentais à época em que José Sarney era presidente da República.[1]
O documentário apresenta depoimentos de destacadas personalidades brasileiras, como o cantor e compositor Chico Buarque de Hollanda que na época tinha um programa na emissora,[1] os políticos Leonel Brizola e Antônio Carlos Magalhães, o ex-Ministro da Justiça Armando Falcão, o publicitário Washington Olivetto, o escritor Dias Gomes, os jornalistas Walter Clark, Armando Nogueira e Gabriel Priolli e o atual presidente do Brasil Luís Inácio Lula da Silva.[1]
O documentário foi transmitido pela primeira vez em setembro de 1993 no Canal 4 do Reino Unido. A transmissão foi adiada em cerca de um ano, pois a Rede Globo contestou, baseando-se em leis britânicas, os produtores de "Muito Além do Cidadão Kane" pelo uso sem permissão de pequenos fragmentos de programas da emissora para fins de "observação crítica e de revisão".
Durante este período, o diretor Simon Hartog morreu após uma longa enfermidade. O processo de edição do documentário foi assumido por seu co-produtor, John Ellis. Quando pôde ser finalmente transmitido, cópias do documentário foram disponibilizadas pelo Canal 4 ao custo de produção.
Em agosto de 2009 a Rede Record anunciou que adquirira os direitos de exibição do documentário "Beyond Citizen Kane", que tentava adquirir desde a década de 1990.[2]
A primeira exibição pública do filme no Brasil ocorreria no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM-RJ), em março de 1994. Um dia antes da estréia, a polícia militar recebeu uma ordem judicial para apreender cartazes e a cópia do filme, ameaçando, em caso de desobediência, multar a administração do MAM-RJ. O secretário de cultura acabou sendo despedido três dias depois.[1]
Durante os anos 1990, o filme foi mostrado em universidades e eventos sem anúncio público de partidos políticos. Em 1995, a Globo entrou com um pedido na Justiça para tentar apreender as cópias disponíveis nos arquivos da Universidade de São Paulo (USP), mas o pedido foi negado.[carece de fontes?] O filme teve acesso restrito a grupos universitários e só se tornou amplamente visto a partir do ano 2000, graças à popularizacao da internet.
A Rede Globo tentou comprar os direitos de exibição do programa no Brasil, provavelmente para tentar impedir sua exibição.[carece de fontes?] Entretanto, antes de morrer, Hartog tinha feito um acordo com organizações brasileiras para que os direitos de exibição do documentário não caíssem nas mãos da Globo, a fim de que pudesse ser amplamente conhecido tanto por organizações políticas quanto culturais. A Globo perdeu o interesse em comprar o filme quando os advogados da emissora descobriram isso, mas até hoje uma decisão judicial proíbe a exibição de Beyond Citizen Kane no Brasil.[3] A Rede Record comprou os direitos de transmissão por aproximadamente 20 mil dólares, e espera a autorização da justiça para trasmitir[2] .
"Isso não é verdade", diz John Ellis em entrevista.[4] Segundo Ellis: "A Large Door concedeu o direito de exibir o programa em eventos e em público a diversas organizações no Brasil. Não poderia ser transmitido pela televisão só porque muitas imagens pertencem à TV Globo"[4] .
Entretanto, muitas cópias ilegais em VHS e DVD do filme vem circulando no país desde então. O documentário está disponível na internet, por meio de redes peer-to-peer e de sítios de partilha de vídeos como o YouTube e o Google Video (onde foi visto quase 600 mil vezes).
Quando era funcionário do Museu da Imagem e do Som de São Paulo (MIS-SP) à época do lançamento do documentário, Geraldo Anhaia Mello havia promovido exibições públicas do mesmo. Quando soube, o então secretário de cultura da cidade, Ricardo Ohtake, proibiu as exibições, com a alegação de que a cópia do acervo era pirata. O pedido de proibição veio de Luiz Antônio Fleury Filho, então governador do São Paulo. Mello se encarregou de fazer cópias do documentário e, juntamente com outras pessoas, de sua dublagem e distribuição. O livro, que veio logo depois, se trata de uma transcrição em português do roteiro e das entrevistas, exceto alguns trechos de entrevistas de rua ou cenas do acervo da Globo. Os trechos não-dublados no vídeo estão presentes na transcrição.
Em entrevista ao caderno "Mais!" publicada em fevereiro do ano passado, o produtor do documentário, o professor britânico John Ellis, 55, do departamento de mídia e artes da Universidade de Londres, revelou que tanto Globo quanto Record tentaram comprar os direitos do filme nos anos 90 - a primeira para engavetá-lo, a segunda para exibi-lo. Ellis teria dito também que o título nunca foi proibido ou embargado pela Justica Brasileira.
FONTE: WIKIPEDIA, LA ENCICLOPEDIA LIBRE.
E POR AÍ ENTRAM MAIS MISTÉRIOS SOBRE A REDE GLOBO...

Linha da Ocidental: 817..."Passeio"?


817... PASSEIO? E ESSA LINHA DA OCIDENTAL EXISTE? UÉ, MAS PASSEIO NAO ERA A 396?
AFINAL, QUAL O VERDADEIRO ITINERÁRIO DESSA 817?
VEJAM BEM AQUI NA IBAGEM!
O BLOG VOLTA DAQUI A ALGUNS DIAS, ENQUANTO ISSO, COMENTE AS ATUALIZACOES AQUI JÁ EXISTENTES!
ABRACOS E VALEU!

sexta-feira, 30 de julho de 2010

A arte da fotografia


La fotografía (de foto- [ griego φωτο-, de la raíz de φῶς, φωτός, luz] y -grafía [ griego -γραφία, de la raíz de γράφειν, escribir]) es el proceso de capturar imágenes y almacenarlas en un medio de material sensible a la luz, basándose en el principio de la cámara oscura, con la cual se consigue proyectar una imagen captada por un pequeño agujero sobre una superficie, de tal forma que el tamaño de la imagen queda reducido y aumentada su nitidez. Para almacenar esta imagen, las cámaras fotográficas utilizaban hasta hace algunos años exclusivamente la película sensible, mientras que en la actualidad se emplean, casi siempre, sensores CCD y CMOS y memorias digitales; es la nueva fotografía digital.
El término fotografía, procede del griego φως phos ("luz"), y γραφίς grafis ("diseñar", "escribir") que, en conjunto, significa "diseñar/escribir con la luz". Es difícil establecer la paternidad de la palabra, y más aún determinar con exactitud quién haya sido el inventor de la técnica misma, ya que ésta contó con una larga fase preparatoria. Pero podemos decir que gran parte de su desarrollo se debe a Joseph-Nicéphore Niépce, y que el descubrimiento fue hecho público por Louis-Jacques-Mandé Daguerre, conocido también como Louis Daguerre, tras perfeccionar la técnica.
Antes de que el término fotografía se utilizara para identificar esta técnica de impresión química de imágenes, fue conocida popularmente como daguerrotipia.
La fotografía puede clasificarse bajo la más amplia denominación de tratamiento de imágenes y, debido a esto, ha fascinado a artistas y demás personas desde sus inicios. Los científicos, sobre todo, han aprovechado su capacidad para plasmar con precisión todo tipo de circunstancias y estudios, tales como los dedicados a la locomoción humana y animal de Eadweard Muybridge (1887).
En las páginas dedicadas a la historia de la fotografía se realiza un estudio detallado que abarca desde sus inicios hasta el propio siglo XXI y que comprende el estudio de los diferentes eventos, personajes y géneros fotográficos que han influido en el desarrollo de estos dos siglos de la historia de la fotografía.
Sin embargo, a comienzos del siglo XIX todos estos inventos estaban olvidados, por lo que habrá que redescubrirlos.
La fotografía nace en Francia en el momento de tránsito de la sociedad pre-industrial a la sociedad industrial, favorecida por las innovaciones técnicas de la época. También influye en su nacimiento la filosofía positivista, que establece que cada elemento de la Naturaleza debe ser probado empíricamente. La burguesía es la clase social dominante del momento, que utiliza el retrato como instrumento de ascensión social.
En 1816 Niépce obtiene la primera imagen negativa con una cámara oscura. En 1826, él mismo, hace su primera heliografía, partiendo del betún de Judea.
Louis Daguerre se asocia con Niépce, para seguir las investigaciones. Pero en 1833 fallece Niépce, y Daguerre continúa solo hasta obtener un procedimiento fiable y comercial. El daguerrotipo se presenta en 1839 en la Academia de Ciencias y Bellas Artes de Francia.
Ese mismo año 1839, se divulga mundialmente el procedimiento del daguerrotipo. El sistema consiste en la obtención de una imagen única formada sobre un soporte metálico, siempre de cobre plateado. La imagen se revelaba con vapores de mercurio, apareciendo en la cara plateada de la placa, que previamente se había sensibilizado con vapores de yodo.[1] Pero era un procedimiento caro, y el equipo pesado, y precisaba de un tiempo de exposición alto, de varios minutos, al principio. Además los vapores de mercurio eran realmente dañinos para la salud.
En 1840 William Henry Fox Talbot desarrolla un sistema negativo-positivo, en un otro procedimiento llamado calotipo. Consistía en un negativo de papel copiado sobre otra hoja, que por contacto creaba un positivado. El papel se humedecía en una solución ácida de nitrato de plata, antes y después de la exposición y antes de ser fijada. Supuso, además, el invento de la copia fotográfica, ya que un único negativo podía dar lugar a varios positivos y su tiempo de exposición era mucho menor, de 1 a 7 minutos. En 1842 el astrónomo y químico inglés Sir John Frederick William Herschel (1792-1871) introduce el proceso de cianotipia. También fue el primero en aplicar los términos "positivo" y "negativo" a las imágenes fotográficas. En 1819, Herschel descubrió el poder solvente del hiposulfito de sodio en torno a las sales de plata insolubles, estableciendo un precedente a su utilización como un agente fijador en la fotografía. Informó a Talbot y Daguerre de su descubrimiento en 1839 y que éste podía ser utilizado para fijar imágenes de un modo permanente. Hizo el primer negativo de cristal a finales de 1839.
Para mejorar la nitidez de estas imágenes y evitar las rugosidades del papel, en 1850 Blanquart Evrard emplea el papel de albúmina, que conseguía que la emulsión sobre el papel no siguiese las imperfecciones de las fibras, recubriéndolo con albúmina de huevo, y sensibilizándolo en nitrato de plata.
En 1851 se presenta el nuevo procedimiento fotográfico del colodión húmedo. El colodión se vierte líquido sobre las placas de vidrio, muy limpias. A continuación las placas se sensibilizaban en un tanque con nitrato de plata, y se cargan en los chasis. Permite la obtención de imágenes negativas muy nítidas. Se llama "colodión húmedo" porque la placa ha de permanecer húmeda durante todo el procedimiento de toma y revelado de las imágenes. Esto suponía que los fotógrafos tenían que llevar consigo un laboratorio fotográfico portátil, a fin de preparar la placa antes de la toma y proceder a revelarla inmediatamente. Se generalizó así el uso de tiendas de campaña y carromatos reconvertidos en laboratorios para los fotógrafos de viajes que trabajaban en el exterior.
A partir de 1855 es cuando realmente triunfa el colodión, siendo el procedimiento mundialmente más usado hasta 1880. Entre los fotógrafos más importantes que trabajaron en España, en este periodo, empleando los negativos de vidrio al colodión, hay que citar al británico Charles Clifford y al francés J. Laurent.
En 1871 nace el procedimiento de las placas secas al gelatino-bromuro, que supone el empleo de una placa de vidrio sobre la que se extiende una solución de bromuro, agua y gelatina sensibilizada con nitrato de plata, que ya no necesita mantener húmeda la placa en todo momento. Se rebaja el tiempo de exposición a un cuarto de segundo, lo que permite posteriormente acercarse al concepto de instantánea fotográfica.
En 1888, George Eastman lanza la cámara Kódak. Su gran éxito comercial fue la introducción en el mercado del carrete de película fotográfica, lo que provocó la sustitución de las placas de cristal empleadas hasta el momento.
En 1907 la fábrica Lumière comercializa la fotografía en color. Son diapositivas o transparencias en vidrio. En 1931 se descubre el flash electrónico, que se utiliza sobre todo cuando la luz existente no es suficiente para tomar la fotografía con una exposición determinada. El flash es una fuente de luz intensa y dura, que generalmente abarca poco espacio y es transportable.
En 1948 nace la fotografía instantánea de Polaroid: una cámara que revelaba y positivaba la imagen en tan solo 60 segundos.
Finalmente, en 1990, comienza la digitalización del ámbito fotográfico: las imágenes son capturadas por un sensor electrónico que dispone de múltiples unidades fotosensibles y desde allí se archivan en otro elemento electrónico que constituye la memoria.
WIKIPEDIA

Bolonhesa de Frango


2 colheres (sopa) de óleo500g de peito de frango moído1 cebola média picada2 dentes de alho picados500g de purê de tomate250ml de águaSal e pimenta-do-reino a gostoSalsa e cebolinha picada a gosto500g de macarrão tipo espagueti

Modo de Preparo
Esquente o óleo em fogo médio e frite o frango até dourarJunte a cebola, o alho e refogue por 5 minutosAdicione o purê de tomate, a água, sal e pimenta e deixe cozinhar em fogo baixo por 15 minutosCozinhe o macarrão em água com sal e um fio de óleo até ficar al denteEscorra, junte o molho, salsa, cebolinha e sirva em seguida acompanhado de queijo parmesão ralado

Informações Adicionais
Rendimento 6 Porções
HUUUUUUMMMMMMM... DELÍCIA!

Receita de bolo de brigadeiro


Cobertura:chocolate granulado¼ xícara de chocolate em pó1 lata de leite condensadoMassa:3 xícaras de creme de arroz1½ xícara de leite1½ xícara de óleo2 xícaras de açúcar1 colher (sopa) de fermento em pó6 ovos1 xícara de chocolate em pó¾ xícara de amido de milho (maisena)Recheio:1 pote de doce de leite

Massa: Bata os ovos, adicione o óleo, o leite e o açúcar e continue batendo.Adicione aos as farinhas, o chocolate em pó e bata bem.Despeje a massa do bolo em uma assadeira grande untada e enfarinhada e asse em forno médio pré-aquecido até que passe pelo teste do palito.Espere o bolo esfriar e corte ao meio com um fio de náilon. Molhe as duas metades com água com açúcar, coloque o recheio, feche o bolo, coloque a cobertura e o chocolate granulado.
Cobertura: Em uma panela, misture o leite condensado com o chocolate para a cobertura. Leve ao fogo e cozinhe até engrossar um pouco. Cubra o bolo e salpique com o granulado.
Dica para intolerantes à lactose: Substitua o leite da massa do bolo por leite de soja ou água. Use como recheio e cobertura o flan de chocolate sem lactose cuja receita está no final da página dos doces, prepare receita dupla do flan sem a gelatina. Use ainda quente, pois endurece depois de fria.
É O BLOG DO ANDRÉ RODRIGUES TRAZENDO NOSSO MOMENTO CULINÁRIA!